Se eu posso dar uma dica, é essa!

Na semana passada, de 4 a 9 de outubro, aconteceu no Teatro Goiânia a 11ª edição do Goiânia Mostra Curtas. Me lembro de ir no evento desde sua 6ª edição, alguns anos atrás. Gosto muito de curtas (principalmente os de animação e ficção) e já tive o grande prazer de conferir de perto duas edições do Anima Mundi, e o Goiânia Mostra Curtas, aqui tão perto e acessível à nós goianos, é um dos eventos mais esperados por mim durante o ano.

“A Goiânia Mostra Curtas é um dos mais expressivos festivais de cinema nacional de curta metragem do Brasil. De tema livre e programação gratuita, o projeto colabora para o acesso democratizado à produção audiovisual, a qualificação profissional e a formação de público para o cinema feito em nosso país.” (do site da mostra).

Isso tudo não é muita novidade para quem acompanha o blog. Só que na sexta-feira, finalmente eu tive a oportunidade de assistir o curta goiano Julie, Agosto, Setembro que era um dos filmes da programação do Goiânia Mostra Curtas. (Depois inclusive pretendo fazer mais posts falando de alguns outros filmes que eu também gostei muito na mostra).

Desde o seu lançamento, em março desse ano, em todas as exibições do filme eu tinha algum compromisso inadiável e não podia comparecer, o que foi gerando uma expectativa cada vez maior a respeito do filme, principalmente quando algum amigo vinha me contar sobre e dizer que eu iria adorá-lo.

A expectativa gigante foi super correspondida depois da sessão de sexta. Digo até que excedida! O filme tem 8 minutos de duração, e direção de Jarleo Barbosa. É todo narrado em francês e conta a história de Julie, uma garota suíça que se muda para Goiânia e, aos poucos, vai desvendando a cidade por meio dos seus relacionamentos, e nisso a história se desenvolve de maneira suave e apaixonante.

Posso não ter muitos conhecimentos à respeito de cinema, mas gosto quando um filme agrada visualmente e é bem amarrado em figurino, roteiro e contexto, e ao meu ver Julie, Agosto, Setembro tem todas essas características.

Infelizmente (ou não), o curta não está disponível na internet, e para assistir só comparecendo a um (dos vários!) festivais em que ele é exibido. As próximas exibições são inclusive no 5ºCine BH e depois no Festival Internacional de curtas de Belo Horizonte, tudo isso agora no mês de outubro.

Recomendo à todos vocês, principalmente os goianienses ou aqueles que tem alguma ligação com a cidade, que assistam assim que tiverem oportunidade.

Licor de buriti + champanhe brut geladíssimo + 2 gostas de angostura; servir em taça flûte, com enormes amoras submersas y subversivas. Na vitrola o Gainsbourg cantarolando “l’hippopodame”. Na parede o ar-condicionado no volume-super-alto ou o ventilador de 30 metros rodando sem parar. Essas coisas juntas traduzem simbolicamente a sensação desse filme-delicinha.” Crítica tirada do site do Goiânia Mostra Curtas.

E para dar um gostinho a mais, o trailer:

FICHA TÉCNICA:
Direção: Jarleo Barbosa Valverde de Oliveira
Produção: Larissa Fernandes
Roteiro: Jarleo Barbosa
Fotografia: Emerson Maia
Montagem: Pedro Novaes
Trilha sonora original: Victor L. Pontes
Música Tema: Folk Heart
Direção de arte: Benedito Ferreira
Elenco: Carolina Provázio, Allan Santana, Rodrigo Scaliant, Rômulo Dias e Meige Laurent

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Uma resposta para Se eu posso dar uma dica, é essa!

  1. Tive oportunidade de assistir a esse filme no projeto “Cinema na Calçada” e também superou minhas expectativas (que eram altas…)! É um filme gostoso de assitir!

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